Esse blog foi criado pelos alunos do professor Ricardo para divulgar os rascunhos literários.
Se desejar fazer parte, deixe uma mensagem com um exemplo do seu texto.
________________________________________________________________________
Mostrando postagens com marcador DragãoVermelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DragãoVermelho. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de março de 2010

“PUT IN MY TWO CENTS”


CRUZANDO PALAVRAS:

Vida… Fico imaginando…
Aonde chegaremos… Eu não sei:

Imaginas caminhar pela rua e não ser violentado,
Seja pelo ladrão, Polícia ou cidadão não civilizado.
Imaginas os Tribunais céleres e justiça pontual,
Vivendo com dignidade, respeito, educação e não salário convencional ao patronal.
Sem Assistência Social, mas conscientes,
No modo como criamos os nossos filhos, que não serão delinqüentes.
Parece que a vida está no fim, pereceu, perdeu o valor,
O meu nasceu, com saúde, num dia de calor.
Porém não posso vê-lo, não tenho direito, não tenho nada,
Na máquina do Estado o que vale é a marcha da corrupção e o dinheiro dos magnatas.
Colocado na cueca, na meia ou no avião,
O importante é agradecer a Deus por nossa enganação.
Não há integridade, civilidade ou bom-senso,
Eles só pensam em levar mais uma fatia do nosso terço.
Imaginas todos vivendo bem, brilhando,
Fora das favelas, da fome e das filas do SUScateando.
Um lugar onde os gays, japonês e português são respeitados,
E os negros possam caminhar orgulhosos e serem considerados.
Sem segregação, separação, divisão de religião ou racismo,
As mulheres, como todos os demais, já merecem o seu prestígio.
Essas são apenas algumas palavras de reflexão,
Um rápido olhar sobre o tempo de nossa geração.
Tudo isso porque hoje avistei,
Um dirigível com as palavras em inglês: “The World is Mine”.

Se o mundo fosse meu,
Imaginas isso...
Eu o libertaria da miséria, perseguição e do Chavismo.
Os seres humanos, animais e toda natureza,
Seriam importantes e preciosos como diamante azul e perola negra.
Se o mundo fosse meu,
Imaginas isso...
Prenderia o Osama, o Bush e todo tipo de coronelismo.
Não haveria armas, fronteiras ou raças,
Seriamos todos iguais, abençoados sob as mesmas graças.
Um lugar onde o amor, a honestidade, o respeito e a afeição,
Fariam parte do cotidiano do coração da minha população.

O que você faria se o mundo fosse seu?
Mas as linhas têm que rimar, não esqueceu?

Até logo,
DragãoVermelho.

*Uma brincadeira rápida com a música “IF I RULED THE WORLD” do Nas.
*Não foi plágio, cópia e nem tradução,
Foi somente a minha versão dessa canção.

terça-feira, 16 de março de 2010

OS NEVOEIROS DE ASHGARD

Há alguns dias um espesso e forasteiro nevoeiro tinha se instalado na pequena cidade de Ashgard, ao sul de Loran, trazendo medo e temor à população local.
Rumores descreviam que o temível mago Lukian havia encontrado o Livro Sagrado dos Mortos e estava trazendo à vida todas as temíveis criaturas da escuridão. Aparentemente, ele deseja conquistar e dominar a grande Ilha do Sol.
Aventureiros, guardiões e alguns reconhecidos caçadores de recompensas que seguiram em direção às Montanhas Brancas, depois da Floresta Petrificada, estavam desaparecidos.
Segundo relatos, o mal emanado da Prisão Sem Muros, no território das Almas Perdidas, casa de Lukian, já descansava também sobre o reino dos Unicórnios e Centauros.
Nesse desassossego, o Palácio dos Anões Mineradores de Cristais seria o próximo a sucumbir à obscuridade.
Os campos dourados daquela terra viveram tempos de paz por quase mil anos, tão logo a última Divina Marcha caminhou rumo à Guerra dos Minotauros.
Do lado sul da ilha, a força estabilizadora advinha da união entre os Elfos das Planícies, os Elfos-Negros e os Halflings da Floresta Tropical. Por outro lado, o lado norte contava com o ajuntamento dos Anões de Fogo, Anões-Mineradores e dos Gigantes de Pedra, quase todos caídos.
A parte central era governada pela flexibilidade e diplomacia dos humanos, povo que começava a experimentar os primeiros sinais da chegada das trevas.
Sendo assim, Guiliard (monge de Roran) e Gregor (Paladino-Capitão do Cálice dos Três Poderes), formaram um grupo de batedores, oriundos das comarcas mais longínquas, para constatar os boatos e averiguar o que estava acorrendo.
Eram eles:
- Kimboo (o anão-bárbaro);
- Salomão (o padre da cura);
- Speedweed (o halfling e ladrão-acrobata);
- Cracus (o guerreiro e gigante de pedra);
- Deleras (o feiticeiro meio-humano e meio-elfo);
- Levies (o elfo-negro arqueiro).
Todos deveriam se apresentar na taverna Verde após o recolhimento dos pássaros. No entanto, passado o tempo de quatro ampulhetas, nenhum dos escolhidos ainda havia chegado.
Preocupados e temerosos, Guilard e Gregor se entreolhavam impacientemente a todo o instante em busca de respostas – fato que denunciava sobremaneira as suas ocultas inquietações perante os moradores de Ashgard.
A propósito, para muitos, sobretudo aqueles que acreditavam no término da Era da Luz, a presença dos dois fidalgos naquele humilde cenário era vista com apreensão e desconfiança.
Portanto, não restava dúvida que, caso qualquer ato secreto daquela porvindoura coligação de missionários fosse revelado, a nação dos homens entraria em pânico generalizado.
O futuro de todas as raças estava por um fio!

O que teria acontecido com Kimboo, Salomão, Speedweed, Cracus, Deleras e Levies?

*Escolha o que deseja ler e participe dos meus contos.

Até logo,
DragãoVermelho.


*Se gostou, eu continuo! Do contrário, passo para o próximo Ensaios & Reflexões.
*Críticas e sugestões serão bem recebidas.